Siegfried Loeb saiu de cerca de três meses depois de ser preso. Fugiu com o irmão Erich para a Bélgica. Em 10 de abril de 1940, conseguiu lugar no último navio que partiu de Saint-Nazaire, na França, para os Estados Unidos. Erich ficou na Bélgica e foi deportado para . Siegfried reconstruiu a vida em Nova York. Em 1980, em Jerusalém, escreveu a do irmão.
Anna, filha de Felix e Flora, sobreviveu e viveu em São Francisco. Em 1997 escreveu as Páginas de Testemunho do pai e da irmã. Max Günther, filho de Viktor, escapou para o Canadá em 1940.
Página com o registro Nº 27022, Siegfried Loeb, padeiro, nascido em 11/04/1916 em Vallendar.
Arolsen Archives
Ruth, filha de Moritz, casou com Karl Hayum e vivia em Ettelbruck, no Luxemburgo. Em 7 de novembro de 1940 fugiu com o marido e o filho pequeno, pela França, pela Espanha e por Portugal. Em abril de 1941 chegaram ao Rio de Janeiro. Karl, que no Brasil virou Charles, trabalhou na Belgo Mineira e foi cônsul honorário do Luxemburgo.
Erich Loeb, nascido em Vallendar. Mãe: Paula. Pai: Ferdinand. Deportado da Bélgica. Assinada por Siegfried Loeb, irmão, em Jerusalém, 10/10/1980.
Uma filha dos Löb de Vallendar viveu no Rio de Janeiro. A família brasileira, que carregava o sangue Löb pela Othilia, não soube.
Felix Loeb, nascido em Vallendar. Mãe: Rebecca Fishel. Pai: Feist. Esposa: Flora Kahn. Fabricante de charutos. Morto em 1943, em Majdanek ou Treblinka. Assinada por Anna H. Meyer, nascida Loeb, filha, em São Francisco, 1997.
Pessoas deste capítulo
Fontes deste capítulo
- Yad Vashem, Páginas de Testemunho
- Hildburg-Helene Thill, Der Untergang der jüdischen Gemeinde Vallendar, SACHOR 5 (1993), p. 57-61
- colonia.lu, Universidade do Luxemburgo (C²DH)

