Aleida ficou órfã de mãe aos dez meses e cresceu longe da família de origem, num lar católico do Rio de Janeiro. Durante décadas, a história ficou em silêncio.
Aldo devolveu à irmã o que tinha guardado. Aleida recuperou na Justiça o sobrenome Klein. É mãe de três filhos, Magno, Raquel e Renan. Com Magno, voltou à comunidade judaica: a Pnei Or, em Petrópolis, a ARI e o Grande Templo Israelita do Rio de Janeiro.
O filho, Magno Loschiavo Klein, Moshe Ben David, reuniu os documentos, escreveu aos arquivos da Alemanha e montou este memorial.
Abertura do Yom Kippur, 20 de setembro de 2026. Aberto o Aron HaKodesh, Magno Loschiavo Klein é chamado a sustentar uma das Torot.
Acervo pessoal
Em 1856, em Vallendar, os rolos da foram levados em procissão pelas ruas, na inauguração da sinagoga que a comunidade tinha construído com o que não tinha. Em 1938, aquela sinagoga foi queimada. Na abertura do de 5787, em 20 de setembro de 2026, no Grande Templo Israelita do Rio de Janeiro, a se abriu e Magno foi chamado a sustentar uma das Torot, com a mãe ao lado.
Catarina de Almeida Klein, filha de Magno e Nubia, é a geração que segue.
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Fontes deste capítulo
- Acervo pessoal
