XIV

    O silêncio e o retorno

    1954 · 2026

    Aleida ficou órfã de mãe aos dez meses e cresceu longe da família de origem, num lar católico do Rio de Janeiro. Durante décadas, a história ficou em silêncio.

    Aldo devolveu à irmã o que tinha guardado. Aleida recuperou na Justiça o sobrenome Klein. É mãe de três filhos, Magno, Raquel e Renan. Com Magno, voltou à comunidade judaica: a Pnei Or, em Petrópolis, a ARI e o Grande Templo Israelita do Rio de Janeiro.

    O filho, Magno Loschiavo Klein, Moshe Ben David, reuniu os documentos, escreveu aos arquivos da Alemanha e montou este memorial.

    Kol Nidrei de 5787, Grande Templo Israelita do Rio de Janeiro

    Abertura do Yom Kippur, 20 de setembro de 2026. Aberto o Aron HaKodesh, Magno Loschiavo Klein é chamado a sustentar uma das Torot.

    Acervo pessoal

    Em 1856, em Vallendar, os rolos da foram levados em procissão pelas ruas, na inauguração da sinagoga que a comunidade tinha construído com o que não tinha. Em 1938, aquela sinagoga foi queimada. Na abertura do de 5787, em 20 de setembro de 2026, no Grande Templo Israelita do Rio de Janeiro, a se abriu e Magno foi chamado a sustentar uma das Torot, com a mãe ao lado.

    Catarina de Almeida Klein, filha de Magno e Nubia, é a geração que segue.

    Pessoas deste capítulo

    Fontes deste capítulo

    • Acervo pessoal